João Marcelo de Oliveira Cezar é pesquisador e professor, doutorando em História pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) e mestre em História Social pela Universidade de São Paulo (USP). Graduou-se em História pela UNESP, com parte da formação realizada na Universidad Nacional de Cuyo (Argentina), onde também cursou disciplinas em Antropologia, Sociologia e Filosofia.
Sua trajetória acadêmica é marcada pela investigação de temas relacionados à Teoria e Filosofia da História, História Conceitual, Estudos Decoloniais, Estudos Raciais, História das Ideias, Estudos Feministas e Teoria Queer, articulando autores como Michel Foucault, Achille Mbembe e Judith Butler. Suas pesquisas foram financiadas por instituições como PIBIC/CNPq, FAPESP e PRCEU-USP.
Atualmente desenvolve o projeto de doutorado “Biopoder/Necropolítica ou Necrobiopoder: leituras e releituras dos conceitos de Foucault e Mbembe no Brasil pré-pandêmico e pandêmico (2018–2021)”, com foco nas ressignificações contemporâneas desses conceitos no meio acadêmico brasileiro. No mestrado, investigou as mudanças e permanências do conceito foucaultiano de biopoder a partir da obra de Achille Mbembe.
Sua produção também abrange temas como violência de gênero e sexualidade, biopolítica e necropolítica, performatividade, resistência e decolonialidade. Seu percurso combina pesquisa teórica, atuação educativa e engajamento social, sempre voltado a compreender e tensionar as formas contemporâneas de poder, violência, resistência e produção de subjetividades.
